A mecânica

Como funciona de verdade.

Três passos do seu lado. Nove do nosso. Deixamos os seus passos curtos de propósito.

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O que você faz

Você cola uma URL na caixa. A gente abre a caixa. A caixa aceita qualquer coisa que tenha texto, incluindo artigos, posts de blog, papers científicos, threads longas, arquivos de newsletter, transcrições de podcast, documentação e o eventual PDF que você encontrou no fim de um site do governo.

Não aceitamos vídeos. Não aceitamos imagens de texto. Não aceitamos links que exigem senha, embora saibamos lidar com paywalls que liberam uma prévia — lemos o que o paywall mostra e te contamos honestamente que o resto não estava disponível.

O que a gente faz

Buscamos a página com um user agent respeitoso. Seguimos redirecionamentos. Esperamos um tempo razoável para a página terminar de carregar. Se a página estiver atrás de uma barreira de cookie, de um banner LGPD/GDPR ou de um pop-up de captura de e-mail, a gente atravessa isso do mesmo jeito que um leitor humano faria — ignorando o overlay e olhando o texto por baixo.

Tiramos a navegação. Tiramos o rodapé. Tiramos as catorze newsletters sem relação que a publicação tentou te empurrar. O que sobra é o texto que o autor escreveu de verdade, que, em quase todos os casos, equivale a mais ou menos um décimo do arquivo que você carregou.

Alimentamos esse texto limpo para um modelo de linguagem que ajustamos só para este trabalho. O modelo faz três passadas. A primeira escreve cento e cinquenta palavras que cobrem o texto como um todo. A segunda puxa cinco afirmações específicas que sustentam o argumento. A terceira encontra uma frase que vale lembrar — em geral não aquela que o autor achou que era a melhor, mas a que sobrevive sem o resto do texto em volta.

O que volta para você

Um objeto estruturado. Título. Autor, se der para achar. Data, se der para achar. Um parágrafo. Cinco tópicos. Uma citação. Um link para a fonte original, que a gente nunca esconde e nunca reescreve. Só isso.

Você pode ler na web. Pode copiar em Markdown. Pode exportar em JSON. Usuários Pro ganham um endpoint para chamar de um atalho, de uma CLI, de uma extensão do Raycast ou de qualquer ferramenta de leitura que estiverem usando. A API devolve o mesmo objeto da web, então dá para alternar entre as duas sem reescrever nada.

O que a gente não faz

A gente não opina. Os resumos são descritivos. Se o autor defende que a lua é feita de queijo, a gente escreve que o autor defende que a lua é feita de queijo. A gente não checa fato. Não contradiz. Não adiciona nossas próprias visões.

A gente não finge ter lido o que não conseguiu acessar. Se a página exigia um login que não passamos, a gente diz. Se a página era um vídeo, a gente diz. Se a página estava vazia, a gente diz. Resumo de nada não é resumo que vale enviar.

A gente não treina modelos com o que você salva. Não vende o que você salva. Não constrói um grafo do que você lê. A biblioteca é sua.

O que esperar em termos de precisão

Os resumos não são perfeitos. São mais próximos do que um amigo atento te contaria depois de ler o texto do que de uma transcrição judicial. Para leitura do dia a dia, são confiáveis. Para citação acadêmica, não substituem o original. Deixamos essa diferença clara dentro do app também, ao lado da citação, toda vez.

Se a gente errar em algo, tem um botãozinho que manda o resumo ruim para a gente. Lemos todos. Se for um padrão, retunamos. Se for um caso isolado, marcamos a URL e seguimos. De qualquer forma, a gente te conta o que rolou.

Quanto custa para rodar

Todo resumo tem um custo real — em torno de meio centavo de dólar em computação. O plano grátis existe porque a maior parte das pessoas lê dez coisas por dia e nunca volta, e está tudo bem por aqui. O plano Pro cobre os usuários que leem cem coisas por dia. É todo o modelo econômico. Não é muito mais interessante que isso.

Perguntas frequentes

Funciona em artigos com paywall?

Funciona nas partes que o paywall deixa a gente ver. Se uma publicação te mostra os três primeiros parágrafos de graça, a gente resume esses três parágrafos e marca o resultado como parcial. A gente não tenta burlar paywall. Aquele conteúdo é da publicação, não nosso.

Funciona em outros idiomas além do inglês?

Sim. O resumo volta, por padrão, no idioma da fonte. Você também pode pedir o resumo no seu idioma, e a gente faz na hora. A estrutura e a precisão são as mesmas.

Dá para usar dentro do meu time?

O Pro é por assento. Se você quer algo maior ou custom, manda um recado pelo formulário. Somos três, então respondemos rápido, mas não vamos te vender um contrato enterprise. Não existe plano enterprise. A gente é sincero sobre isso.

Vocês vão adicionar comentários, curtidas, compartilhamento?

Não. O aisummary é uma ferramenta de leitura. Não é um produto social. A gente não pretende transformar nisso.

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Se a mecânica faz sentido, o preço também deve fazer.

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